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MISÉRIA DE PALAVRAS

Leituras 2020-2

Eu fiz alguns planejamentos, em pensamento, de leituras para este semestre, um método de organização sabidamente escorregadio, mas que funcionou relativamente bem no começo. Em julho, li O retrato (Erico Verissimo, 1951), segundo romance da saga O tempo e o... Continue lendo →

Pontos de um bordado

O risco do bordado (Autran Dourado, 1970) é o livro das memórias de seu protagonista João, natural da cidade de Duas Pontes, uma espécie de sumarização do interior de Minas Gerais. De narrativa não-linear, organizada em blocos verticais de estruturas... Continue lendo →

Leituras 2020-1

Comecei minhas leituras deste ano timidamente; em janeiro só li a primeira coletânea de contos (bibliografia oficial) de Lygia Fagundes Telles, Antes do baile verde (1970), em meu projeto pessoal de ler toda a obra de ficção da autora em... Continue lendo →

Cinco vezes Roberto Bolaño

A bibliografia de Roberto Bolaño, escritor chileno que encerrou sua peregrinação terrestre em 2003, é composta por um grande romance póstumo, o monumental 2666 (2004). Ele está organizado em cinco partes independentes, que se interagem tenuemente, funcionado como romances individuais... Continue lendo →

A coleira do cão

Rubem Fonseca partiu deste plano em abril passado. A produção literária de um autor produtivo ainda que nonagenário, se ultimou. Porém, seu nome e seus escritos estão eternizados no mundo das letras: sempre que lido, estará presente. São mais de... Continue lendo →

Dia a dia, lado a lado

A arte ameniza a repetibilidade dos dias. A rotina padroniza a fração observada dos dias passados, fazendo com que, vistos de longes, eles se pareçam todos iguais. Assim, a arte é um canal que aponta as mudanças que ocorreram na... Continue lendo →

Amanhã, na batalha, pensa em mim

Amanhã, na batalha, pensa em mim (Javier Marías, 1994), e que caia sem gume a tua espada. Desespera e morre! É um trecho da peça Ricardo III, de Shakespeare, e que dá título ao primeiro livro publicado por um autor... Continue lendo →

Leituras 2019-2

Em julho, li Gabriela, cravo e canela (Jorge Amado, 1958). Quando adolescente (este período será recorrente neste post), li a primeira parte deste livro — até antes do aparecimento de Gabriela —, em uma edição da biblioteca da escola, e... Continue lendo →

Três anos

Se fôssemos capazes de sincronizar o tempo... ah, se todos fôssemos capazes. Ou, talvez, se tivéssemos a mínima capacidade de associar a passagem do tempo, durante este processo, com os eventos que se sucedem num dado intervalo. Quanto tempo demora... Continue lendo →

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